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Policial civil é preso por estupro e corrupção de menores no interior do Piauí

Sentenciado no ano de 2019, o escrivão da Polícia Civil foi condenado a mais de 24 anos de prisão.

Escrivão da Polícia Civil do Pi é preso por estupro de vulnerável e corrupção de menores: Foto/Reprodução Duscocais

Escrivão da Polícia Civil do Pi é preso por estupro de vulnerável e corrupção de menores: Foto/Reprodução Duscocais

17 de abril de 2024 às 10:41
2 min de leitura

O escrivão da Polícia Civil do Piauí, Raimundo Marques dos Santos Filho, foi preso nessa segunda-feira (15) na cidade de Barras. Ele foi sentenciado pelos crimes de estupro de vulnerável e corrupção de menores em 18 de junho de 2019. Sua condenação ficou em mais de 24 anos de prisão, mas o julgamento aconteceu apenas em outubro do ano passado.

Escrivão da Polícia Civil do Pi é preso por estupro de vulnerável e corrupção de menores: Foto/Reprodução Duscocais

Raimundo Marques foi denunciado pelo Ministério Público do Estado do Piauí em 23 de Fevereiro de 2015, junto de uma mulher identificada como Aurilene Teixeira Barros. Segundo a ação penal oferecida pelo promotor Silas Sereno Lopes, Aurilene mantinha um prostíbulo onde explorava sexualmente crianças, adolescentes, e jovens do sexo feminino dentro da própria casa, onde também vendia drogas ilícitas.

Ainda segundo o Ministério Público, Raimundo Marques também cumpria um papel no estabelecimento, ele fornecia bebidas para o prostíbulo. O escrivão chegou a ter relações sexuais com uma adolescente menor de 14 anos que era explorado no local, e se omitia em tomaras providências legais relacionadas aos crimes cometidos.

O promotor Silas Lopes Sereno denunciou Raimundo Marques e Aurilene Teixeira pela prática de crimes sexuais contra vulneráveis, no caso, três menores. Aurilene também foi denunciada pelo crime de tráfico de drogas, no entanto, no decorrer do processo acabou falecendo. A ação penal prosseguiu somente em desfavor do policial.

O escrivão da Polícia Civil foi condenado a 24 anos, 6 meses e 18 dias de reclusão por estupro de vulnerável e corrupção de menores, enquadrados no Código Penal como crimes sexuais contra vulnerável. A sentença foi proferida pelo juíz Thiago Coutinho de Oliveira.

Com informações do portal Duscocais.

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